Sentido da história universal

18/02/2020 12:59

"O determinismo teleológico em história, quer sob a forma duma ordem providencial do mundo, de base religiosa, quer sob a duma lei positiva, dialética ou econômica, bate também dum modo geral em retirada. Pelo contrário, o que volta a pôr-se como problema legítimo, é a fundamental imprevisibilidade da vida histótica no seu conjunto, bem como o papel da liberdade e da ação responsável das diferentes gerações, das camadas dirigentes da sociedade, dos grandes homens e ainda, todos os dias oferecidos de novo pela experiência, o papel do acaso e mesmo do absurdo na trama da vida social. Este último problema não é afinal senão o mesmo que já tinha sido acentuado por Schopenhauer com o seu pessismismo histórico  e os seus veementes protestos contra  toda a teodicéia da história, contra toda a ideia de progresso e todas as tentativas para dar um sentido à história universal."

 

Heinz Heimsoeth, A filosofia no século XX


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