Rastro de ruínas

15/11/2018 15:31

"'Iremos à Europa num aterro de café', Noel Rosa cantarolava em 1931. O samba comemorava a decisão do governo de despejar milhões de sacas de café no mar. Por duas gerações, a elite brasileira teve a esperança de que o café traria ao país o tão desejado desenvolvimento. Como muitos outros, estes sonhos foram destroçados na crise de 1929, quando o café de São Paulo passou a figurar na longa lista de commodities que haviam prometido modernidade européia e deixaram ruínas em seu rastro."

 

Benjamin Moser, Autoimperialismo - Três ensaios sobre o Brasil


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