Da individualidade à universalidade

14/06/2020 00:01

"O individual, ou seja, o finito tem de, segundo Hegel, ruir até o seu fundamento [zugrundegehen], pois ele não é o universal, ou seja, o infinito. Sua ‘inadequação à universalidade’ é o ‘germe inato da morte’. Mas a morte não derruba o indivíduo no nada. Antes, ele é, por meio dela, suspendido [aufgehoben], elevado e esclarecido no universal. A morte é, a saber, uma ‘passagem da individualidade para a universalidade’. Ela não é um ponto-final, mas sim um ‘ponto de passagem’. O indivíduo não passa, mas sim vai ao seu fundamento [zu Grunde gehen]."

 

Han, Byung-Chul, Filosofia do zen-budismo

 


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